"Não julgue um livro pela capa." Quantas vezes já ouvimos isso? E aí me vem esse ponto no desafio de ler um livro que comprei SÓ pela capa. Para mim pareceu impossível no momento. Geralmente, além de ler a sinopse, eu costumo entrar nas páginas do Goodreads, do Skoob... Vejo as notas, pequenas resenhas sem spoiler. E desse vez eu não podia fazer nada disso. Então acabei mudando a maneira que eu funciono em livrarias. Eu comecei a entrar nelas e sair procurando capas bonitas. Um dia eu cheguei no ponto de pedir para uma vendedora me indicar um livro que a capa fosse bonita. Mas ou o que eu achava não me dava vontade de ler, ou eram livros que eu já queria ler independentemente da capa. Então um dia no Skoob eu vi a propaganda do lançamento de Por Lugares Incríveis. Guardei o nome do livro e não procurei nada sobre ele. Voltei na livraria e comprei, sem procurar saber mais nada.
Eu descobri depois que a hype em torno desse livro está grande, e os direitos cinematográficos foram comprados antes mesmo do lançamento, e Elle Fanning já está ligada ao projeto! E descobri também que falam que o livro é considerado uma mistura de A Culpa É Das Estrelas (que amo) com Eleanor e Park (pra sempre no meu quero ler). Mas a última coisa que eu descobri: que ler um livro pela capa coloca minhas expectativas lá embaixo, porque eu vou ser sempre pessimista, mesmo com capas bonitas. Agora, chega de descobertas, vamos ao livro.
Por Lugares Incríveis é a história de Theodore Finch e Violet Mackey (contada do ponto de vista dos dois), que se conheceram na torre do sino da escola, quando estavam prestes a pular. Finch é um garoto problema, com uma família que não liga muito para ele, e uma fascinação por morte. Já Violet ainda sofre com a perda da irmã, que morreu em um acidente do qual ela saiu viva. Os dois fazem dupla em um projeto de geografia, no qual eles tem que conhecer lugares turísticos e diferentes do estado de Indiana, e, em meio a suas andanças, acabam se aproximando.
A narrativa de Por Lugares Incríveis, apesar despreocupada em alguns momentos, chega a ser tensa em outros. Em boa parte do livro eu consegui rir, e me divertir junto com os personagens, mas em outros é possível sentir o peso do que é tratado. A autora, Jennifer Niven, escreve ao final do livro que um dos objetivos dela era, justamente, abordar o tema do suicídio abertamente, e tentar tirar o estigma presente em torno do tema, e para que mais pessoas procurem ajuda, e que mais pessoas tentam ajudar aos outros.
Quando eu finalmente li as resenhas sobre o livro, muitas pessoas o acusavam de ser um clichê, de não tratar do tema da maneira correta, e de ser raso. Talvez eu posso concordar com algumas coisas, mas, mesmo assim, eu gostei da leitura. E eu recomendo que outras pessoas leiam o livro. E não pela capa.
Eu descobri depois que a hype em torno desse livro está grande, e os direitos cinematográficos foram comprados antes mesmo do lançamento, e Elle Fanning já está ligada ao projeto! E descobri também que falam que o livro é considerado uma mistura de A Culpa É Das Estrelas (que amo) com Eleanor e Park (pra sempre no meu quero ler). Mas a última coisa que eu descobri: que ler um livro pela capa coloca minhas expectativas lá embaixo, porque eu vou ser sempre pessimista, mesmo com capas bonitas. Agora, chega de descobertas, vamos ao livro.
Por Lugares Incríveis é a história de Theodore Finch e Violet Mackey (contada do ponto de vista dos dois), que se conheceram na torre do sino da escola, quando estavam prestes a pular. Finch é um garoto problema, com uma família que não liga muito para ele, e uma fascinação por morte. Já Violet ainda sofre com a perda da irmã, que morreu em um acidente do qual ela saiu viva. Os dois fazem dupla em um projeto de geografia, no qual eles tem que conhecer lugares turísticos e diferentes do estado de Indiana, e, em meio a suas andanças, acabam se aproximando.
A narrativa de Por Lugares Incríveis, apesar despreocupada em alguns momentos, chega a ser tensa em outros. Em boa parte do livro eu consegui rir, e me divertir junto com os personagens, mas em outros é possível sentir o peso do que é tratado. A autora, Jennifer Niven, escreve ao final do livro que um dos objetivos dela era, justamente, abordar o tema do suicídio abertamente, e tentar tirar o estigma presente em torno do tema, e para que mais pessoas procurem ajuda, e que mais pessoas tentam ajudar aos outros.
Quando eu finalmente li as resenhas sobre o livro, muitas pessoas o acusavam de ser um clichê, de não tratar do tema da maneira correta, e de ser raso. Talvez eu posso concordar com algumas coisas, mas, mesmo assim, eu gostei da leitura. E eu recomendo que outras pessoas leiam o livro. E não pela capa.
Que lindo! Nunca tinha ouvido falar desse livro, e realmente, ele tem uma capa muito linda. Essas pecinhas de madeira fizeram parte da minha infância, brinquei muito com isso. E as nuvens de papel tb tem um efeito muito legal na capa.
ResponderExcluirNão li o livro, mas é muito bom perceber que suicídio está sendo algo mais discutido e não apenas de uma forma estigmatizada, sabe? As coisas que falamos para as pessoas ao nosso redor muitas vezes passam até despercebidas por nós mesmos, mas tem muito impacto em quem escuta, e isso vale para coisas boas ou ruins. Às vezes a pessoa faz piada, ri, se diverte e por dentro tem um caos que nem ela sabe lidar, e quando ela sucumbe a essas vozes, todo mundo fica surpreso. Acho que foi o que aconteceu com o Robin Williams. Acho que começar a conversa é sempre uma iniciativa válida.
Ótima resenha, e vou colocar o livro na minha listinha (também amei E&P! haha) beijos :)